terça-feira, 8 de junho de 2021

Edital de Convocação de Assembleia Geral - APRODANÇA

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL

APRODANÇA – ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE DANÇA DE SANTA CATARINA

CNPJ: 79.282.588/0001-73

 

Nos termos do artigo 60 do Código Civil, a APRODANÇA – ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE DANÇA DE SANTA CATARINA, com sede no município de Florianópolis, através de 1/5 dos seus membros ativos, abaixo assinados, CONVOCA por meio do presente Edital, todos os demais associados e associadas ativos para Assembleia Geral Extraordinária (Artigo 19 do Estatuto Social), que será realizada via plataforma meet.google no dia 02 de julho de 2021, às 21 horas, com a seguinte ordem do dia:

- Eleição e posse da Diretoria e Conselho Fiscal.

Segue em anexo Edital Eleição da Diretoria e Conselho Fiscal - Gestão 2021/2023. Destacamos que estarão impedidos de tomar parte nas deliberações desta Assembleia Geral todos aqueles que se encontre em débito com suas obrigações associativas.

Contando com a presença e participação de todos os associados e associadas, subscreve-se o presente Edital de Convocação.

Maxwell Sandeer Flor, Andressa Borges Gomes Flor, Manoel Antonio Flor Júnior, Hellen Barros Manenti e André Tavares de Souza. 

Criciúma, 07 de junho de 2021.

 


EDITAL ELEIÇÃO DA DIRETORIA E CONSELHO FISCAL - GESTÃO 2021/2023

APRODANÇA – ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE DANÇA DE SANTA CATARINA

CNPJ: 79.282.588/0001-73


A Associação de Profissionais de Dança do Estado de Santa Catarina, conforme denominada em seu Artigo 1º do Estatuto, constituída em 14 de setembro de 1985, no uso de suas atribuições legais, deixa público e convida os associados e associadas ativos da APRODANÇA para inscrição de chapas que concorrerão às eleições da nova Diretoria e Conselho Fiscal da APRODANÇA, para exercer suas atribuições no período de 02/07/2021 a 02/07/2023.

Conforme previsto no Art. 22 do Estatuto Social: A Diretoria será constituída por Presidente, Vice-presidente, um Secretário e um Tesoureiro. Parágrafo Único: O mandado da Diretoria será de dois anos, sendo possível sua reeleição. Art. 29: O Conselho Fiscal será constituído por três membros, eleitos pela Assembleia Geral. Parágrafo Único: O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria.

O Edital Eleição foi deliberado no dia 07 de junho de 2021, determinando o seguinte:

Art. 1º - A eleição dar-se-á por votação ou por aclamação a ser realizada pelo meet.google, no dia 02 de julho de 2021, com início às 21 horas, findando às 22 horas, impreterivelmente.

Art. 2º - Poderão votar os associados e associadas ativos quites com suas obrigações sociais, segundo Artigo 8º Inciso I do Estatuto: Tomar parte, votar e ser votado nas Assembleias Gerais.

Art. 3ª - A votação se destinará a eleger chapa completa (sete membros) mínima conforme os Artigos 22 e 29 do Estatuto Social da APRODANÇA, a saber:

·         Presidente;

·         Vice-Presidente;

·         Secretário;

·         Tesoureiro;

·         Conselho Fiscal (três membros).  

Art. 4º - As inscrições das chapas deverão ser encaminhadas pelo e-mail institucional aprodanca@gmail.com mediante solicitação e com a informação dos documentos exigidos para o pleito, a saber: nome completo, número de identidade, CPF e endereço completo com residência no Estado de Santa Catarina.

Art. 5º - Os casos omissos serão deliberados na Assembleia, conforme os Artigos 16 e 17 do Estatuto Social da APRODANÇA.

Criciúma, 07 de junho de 2021.


Segue abaixo documento assinado por 1/5 dos sócios ativos da APRODANÇA.











segunda-feira, 24 de maio de 2021

Marco Aurélio da Cruz Souza é Homenageado pelo 11º Múltipla Dança

A exemplo das edições anteriores, o evento presta tributo a um profissional do setor cuja atuação esteja em destaque. Neste ano, o escolhido é Marco Aurélio da Cruz Souza (vice-presidente da APRODANÇA e coordenador do curso de licenciatura em dança da Universidade Regional de Blumenau (FURB) que ele ajuda a idealizar como membro da comissão de criação e que acaba de formar a primeira turma. Em evidência pelo trabalho realizado nesta iniciativa educacional inédita em Santa Catarina, o currículo de Marco Aurelio associa de modo vocacionado vida pessoal e profissional. O seu trabalho tem resultados que muda realidades e projeta o nome de Santa Catarina em esfera nacional.


A homenagem será pela plataforma do Instagram do Múltipla Dança, amanhã (25/05), às 18 horas.

Foto: Divulgação

11º Múltipla Dança começa nesta segunda, com o espetáculo “Normal”

 

Nesta segunda (24/05), às 21 horas, no Canal do Youtube, o Múltipla Dança abre com o espetáculo “Normal”, atração internacional que faz uma abordagem sobre os obstáculos da vida e a capacidade de resiliência humana. O pertinente tema é aprsentado pela Alias, companhia de dança contemporânea suíça que é dirigida pelo coreógrafo brasileiro Guilherme Botelho.

 

Jussara Xavier e Marta Cesar assinam a direção e curadoria do Múltipla Dança. Juntas, desde a primeira edição do festival em 2006, elas entendem que o abalo em escala mundial provocado pela pandemia leva a equipe de trabalho, mais uma vez, a “não tomar adversidade como impedimento, mas transformar na medida do (im) possível os desafios em encontros férteis. O novo formato deste tempo (10+1) tece uma trama afetiva profunda, que solicita um mergulho no desconhecido para buscar o sentido de cada escolha”.

 

 

SERVIÇO

O quê: 11º Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea

Quando: 24 a 30.5.2021, diariamente

Onde: Zoom, Meet, YouTube, Instagram, Facebook

Quanto: gratuito (todas as ações)

Classificação: livre para todos os públicos

 

Programação completa:

multipladanca.art.br

facebook.com/festivalmultipladanca

@festivalmultipladanca

youtube.com/festivalmultipladanca

 

Contatos:

Jussara Xavier (48) 99946-4731 e Marta Cesar (11) 94926-5110. Ass. Imprensa: NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com Face: Néri Pedroso (48) 99911-9837 (Whatsapp)

 

Realização: Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura ∕ Artes – Edição 2020.














segunda-feira, 17 de maio de 2021

Aprodança e Setorial Dança SC são parceiras do 11º Múltipla Dança

 

O 11º Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea ocorre entre os dias 24 e 30 de maio numa versão inteiramente on-line. Todas as ações são mediadas por tecnologias digitais por meio do Zoom, Meet, YouTube, Instagram, Facebook. O evento, chancelado Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura 2020, envolve cinco países, oito Estados brasileiros, oito cidades catarinenses, 35 convidados, sete espetáculos, um curso de formação para professores de arte, quatro oficinas, dois diálogos, sete intervenções digitais, um lançamento de livro, uma homenagem e duas mostras, uma de apresentação de resultados de uma das oficinas e uma mostra de videodança que se desdobra em três programas e 26 obras. A Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina (Aprodança) e a Setorial Dança SC são parceiras do Múltipla Dança em um dos diálogos da programação.

O festival considerado o mais importante nesta área do Sul do Brasil conta com a participação da Aprodança e da Setorial Dança SC que, no dia 25 de maio, às 19 horas, nas plataformas YouTube e Facebook, realizam uma reflexão sobre a “Representatividade e Fortalecimento das Setoriais de Dança em Santa Catarina”. A mediação está sob o encargo de Maxwell Sandeer Flor, presidente da Aprodança, e tem como convidados os profissionais de dança de três cidades do Estado: Elton Gomes (Blumenau), Karin Serafin (Florianópolis) e Paola Zonta (Pinhalzinho). A intenção é discutir estratégias possíveis para a ampliação da representatividade e o fortalecimento das Setoriais de Dança de Santa Catarina.

Maxwell Sandeer Flor é produtor cultural, graduado em educação física na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc/Criciúma), especialista em dança e consciência corporal e com MBA em gestão de projetos. Coreografou o Grupo The Laws, União Dança de Rua e a Cia de Dança Unesc. Presidiu o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma. Presidente da ASDC – Associação Dança Criciúma e Aprodança – Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina.

Elton Gomes é conselheiro municipal de cultura representando a cadeira da dança em Blumenau. Preside o Conselho Municipal de Política Cultural de Blumenau, é folclorista, coordenador do Grupo Folclórico Gartenstadt de Blumenau e vice-presidente do Instituto de Artes Integradas de Blumenau (Inarti), Também está envolvido nos festivais Festfolk e Fenatib, realizados em Blumenau.

Karin Serafin  é formada em artes visuais na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e em consultoria de moda no Senac, Karin Serafin  integra o Grupo Cena 11 Cia. de Dança desde sua fundação, atualmente nas funções de assistente de direção e produção. Está no segundo mandato como representante da Setorial de Dança de Florianópolis no Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis (CMPCF). Como artista independente  foi coreógrafa e intérprete dos trabalhos “Eu Faço uma Dança que a Minha Mãe Odeia”, “Parte da Paisagem” e “ECO”.

Paola Zonta é produtora cultural, pioneira na criação de espetáculos para circulação na região Oeste de Santa Catarina, Paola Zonta é pós-graduada em dança e consciência corporal, graduada em administração, com formação em balé clássico e nos grades da Royal Academy of Dance de Londres. Diretora do Experimental de Dança de Pinhalzinho e do Centro de Arte de Paola Zonta.


Programação completa:

multipladanca.art.br

facebook.com/festivalmultipladanca

@festivalmultipladanca

youtube.com/festivalmultipladanca

 

Contatos:

Jussara Xavier (48) 99946-4731 e Marta Cesar (11) 94926-5110. Ass. Imprensa: NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com Face: Néri Pedroso (48) 99911-9837 (Whatsapp)

Realização: Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura ∕ Artes – Edição 2020


quinta-feira, 6 de maio de 2021

11º Múltipla Dança Oferece Quatro Oficinas Gratuitas com Certificação

 

Focado na dança como experiência produtora de conhecimentos e acontecimentos, dedicado a promover a criação e difusão da dança contemporânea, tecido na articulação entre artistas profissionais, convidados, pesquisadores e o público, o 11º Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea entre os dias 24 e 30 de maio, inteiramente on-line, oferece quatro oficinas ministradas por cinco profissionais entre os dias 25 e 30 de maio, em diferentes horários.

Com certificados, inscrições gratuitas e 25 vagas (100 no total) condicionadas a um processo seletivo com o envio de um breve currículo, as aulas asseguram distintos públicos e abordagens. O festival é viabilizado pelo Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura – 2020.



“Sankofa – a Dança como Presente” está sob a responsabilidade de Orun Santana (PE), “Múltiplas Críticas” é ministrada por Néri Pedroso (SC), “Dança em Palavras: Experiência com Audiodescrição” por Lilian Vilela (SP) e os bailarinos Denise Namura e Michael Bugdahn, da Cie. À Fleur de Peau (França), propõem “Dançar Nossas Histórias”, cujo resultado ganha uma mostra de apresentação.

Orun Santana, artista, bailarino, capoeirista, professor, pesquisador em dança e cultura afro de Recife (PE), estrutura o conceito da oficina na sua pesquisa em dança intitulada “Ancestralidade do Presente”, na qual usa os princípios da dança dos orixás e da técnica acogny de danças africanas como método investigativo do corpo em sankofa, que retrata um pássaro firme no chão, a cabeça para trás, e simboliza a necessidade de olhar o passado, acessar a história vivida para aprender. Corpo ancestral, dança primordial que emerge na construção de uma relação com o tempo, o professor bailarino quer alunos com idade acima de 16 anos porque propõe uma experiência prática de dança. “Mover o tempo dentro de nós, construir novos presentes para nós mesmos”, explica Santana para quem o mover ancestral ancora-se no tempo, cria conexão do passado presente no corpo, constrói novos futuros.

A oficina “Múltiplas Críticas” atende estudantes, artistas, pesquisadores, professores, espectadores, formadores de opinião e interessados na prática de um texto crítico. À luz da era da comunicação, a partir de uma reflexão teórica sobre o papel da crítica, aproxima crítica e criação na emergência de um repertório em sintonia com a dança contemporânea. Cada encontro de duas horas, é ministrado pela jornalista Néri Pedroso, também uma das articuladoras e assessora de imprensa do Múltipla Dança. Ela quer compartilhar sua experiência em jornalismo cultural no papel de editora e coordenadora de cadernos nos quais sempre manteve um elenco de críticos, pois entende que a produção artística pede legitimação e análises criteriosas que permitam pensar a criação sob outra ótica, além de intermediar olhares entre artistas e espectadores, bem como produzir memória sobre obras e eventos.

Um diferencial do 11º Múltipla Dança é enfatizar o desejo de textos críticos. Os participantes são convidados à experimentação, podem produzir um texto sobre o 11º Múltipla Dança com foco em um espetáculo, oficina, diálogo, conferência, qualquer uma das ações ou sobre o festival por inteiro. Do conjunto, apreciado por um comitê editorial, cinco textos serão pagos – R$ 300,00 – e ganham publicação nos sites Midiateca de Dança e Conectdance. Além de Néri Pedroso, o comitê conta com as críticas de dança Ana Francisca Ponzio e Sandra Meyer.

Jornalista cultural, crítica e curadora na área de dança, Ana Francisca escreveu para alguns dos principais veículos da imprensa brasileira – como jornais “O Estado de S. Paulo”, “Folha de S. Paulo”, “Valor Econômico” e revista “Bravo!”. É autora do livro “Escola de Dança de São Paulo – 80 Anos”. Realizou eventos de dança como Dança em Pauta e Panorama Sesi de Dança, é criadora e editora do website Conectedance. Sandra Meyer é artista e pesquisadora. Professora titular do Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), lecionou entre 1989 e 2016, dança e técnicas corporais no curso de licenciatura em teatro e no Programa de Pós-Graduação em Teatro. Doutora em comunicação e semiótica, autora de livros sobre dança. Atuou como crítica de dança do caderno cultural Anexo do jornal “A Notícia” (Joinville/SC). Dirigiu o documentário “Limiares” (2014), foi curadora do Festival Internacional de Dança de Recife (2009/10) e membro do Conselho Artístico do Festival de Dança de Joinville (2008/10). Foi membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis, como representante da área de dança (2008/10). Integra o coletivo Corpo, Tempo e Movimento e preside o Instituto Meyer Filho.

Acima dos 60 anos

A Cie. À Fleur de Peau, constituída por Denise Namura e Michael Bugdahn (França), tem como público alvo pessoas acima de 60 anos com motivação e desejo de participação assídua numa oficina de dança-teatro, cujo principal objetivo é a prática do movimento lúdico, tratada com humor e sensibilidade. A partir do prazer da dança, querem desenvolver o exercício de memória e liberar o imaginário, ou seja, como se expressar com o corpo e dançar inspirando-se em seus próprios gestos, histórias e lembranças. Denise e Michael têm o humano no centro da prática artística, o desenvolvimento da relação dos indivíduos dentro de um grupo e criação de um espaço de liberdade. Em razão da pandemia, por meio de uma tela, no espaço virtual, os participantes criam alguns módulos dançados a partir de certas indicações, utilizam elementos dos espaços onde estão em isolamento social e/ou ligados às suas próprias histórias. Os coreógrafos, que consideram o ensino e a transmissão como aspectos essenciais de sua pesquisa, também sugerem o aprendizado de algumas sequências dançadas.  O resultado da oficina ganha uma mostra de processo criativo, nos dias 29 e 30 de maio, às 18h, no Youtube. Denise é brasileira, Michael é alemão. Eles vivem em Paris desde 1979, onde fundaram a companhia em 1989. Desenvolvem peças coreográficas híbridas, com o gesto carregado de sentido, uma escritura poética e um humor tragicômico.

Acessibilidade e interação

A oficina “Dança em Palavras: Experiência com Audiodescrição” instiga experiências com a audiodescrição, recurso de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, baixa visão, entre outros. Atividade de mediação linguística que transforma informações visuais em verbais, a técnica possibilita maior participação e interação das pessoas no mundo das artes. A professora Lilian Vilela alerta que não é necessário conhecimento prévio sobre o recurso de audiodescrição, basta estar interessado em participar. A oficina propõe elaborar frases de movimentos escritas e adentrar em histórias dançadas com a intenção de compartilhar experiências com e sem o uso do sentido da visão. Professora nos cursos de bacharelado e licenciatura em artes cênicas, e do programa de Pós-graduação em Artes no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo. É graduada em dança, mestre em educação motora e doutora em educação. Intérprete e criadora em dança com a Balangandança Cia., Grupo Saia Rodada e outros grupos com os quais fez apresentações em diferentes Estados do Brasil, Portugal, Finlândia e Austrália. Audiodescritora e consultora de dança em trabalhos audiodescritos (AD) com atuações como roteirista e narradora em mostras e espetáculos de teatro e dança. 

 

FICHA TÉCNICA DO MÚLTIPLA DANÇA

Direção, coordenação de programação e curadoria: Jussara Xavier e Marta Cesar

Produção executiva:  Gisele Martins

Design gráfico e mídia eletrônica: Paula Albuquerque

Assessoria de imprensa: Néri Pedroso

Fotografia e vídeo: Cristiano Prim

Operação de streaming: Casarinha 

Tradução e interpretação em Libras: Danielle Sousa e José Ednilson Gomes de Souza Júnior

Articuladoras: Jussara Xavier, Marta Cesar, Néri Pedroso e Paula Albuquerque

Ilustração: Fabio Dudas, sobre fotografia de Arnaldo J. G. Torres (Miriam Druwe - Cia. Druw).

Agradecimentos: Ana Francisca Ponzio, Elke Siedler, Regina Levy e Sandra Meyer

 

SERVIÇO

O quê: 11º Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea

Quando: 24 a 30.5.2021, diariamente

Onde: Zoom, Meet, YouTube, Instagram, Facebook

Quanto: gratuito (todas as ações)

Classificação: livre para todos os públicos

 

SERVIÇO OFICINAS

Inscrição: gratuita, com direito à certificado

Link para o formulário de inscrição: https://forms.gle/Jcdn5Z7HrgvoSVk29

 

“Sankofa – a Dança como Presente” - Orun Santana (PE)

28 a 30 de maio, 15 às 17h, Google Meet”

“Múltiplas Críticas” – Néri Pedroso (SC)

25 a 27 de maio, 14 às 16h, Google Meet

 “Dançar Nossas Histórias” – Cie. À Fleur de Peau Denise Namura e Michael Bugdahn (França)

26 a 28 de maio, 15 às 17h, Google Meet

“Dança em Palavras: Experiências com Audiodescrição” – Lilian Vilela (SP)

25, 26 e 28 de maio, 10 às 12h, Google Meet


Mostra de Processo Criativo

Com os participantes da oficina “Dançar Nossas Histórias”

29 e 30 de maio, 18h, YouTube

 

Realização: Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura ∕ Artes – Edição 2020

 

Contatos:

Jussara Xavier (48) 99946-4731 e Marta Cesar (11) 94926-5110

Ass. Imprensa: NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com.br Face: Néri Pedroso (48) 99911-9837 whatsapp

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Relatório Aprovado do Projeto de Lei que Regulamentará o Profissional de Dança

 

Hoje (29/04), celebramos o Dia Internacional da Dança com um grande motivo para comemorar. A saga por uma lei específica para a regulamentação do profissional de dança começou em 2015 com o Projeto de Lei do Senado, PLS 644/2015 do Senador Walter Pinheiro (BA). Em 16 de março de 2016 foi submetido à revisão da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 65 da Constituição Federal.

O Ofício encaminhado dispunha sobre a atuação do profissional da dança e a regulamentação da atividade. Para nós ficou conhecida como a “Lei da Dança”, pauta exaustivamente discutida pelo  Colegiado Setorial de Dança juntamente com uma rede de colaboradores, entre eles: parlamentares, artistas, empreendedores da dança e gestores públicos.  Foram muitos, os envolvidos neste projeto e temos que agradecer cada um e cada uma. No final de junho de 2016 a deputada Alice Portugal foi designada como relatora do Projeto, mas em 2019 deixou a Comissão de Educação, onde se encontrava o projeto.

Nesse ano (2021) a matéria volta para apreciação após novamente os atores culturais agitarem o cenário político e social com a Lei Aldir Blanc. Após alguns pedidos de retirada de pauta e de vistas, finalmente no dia 28 de abril de 2021, o projeto foi aprovado. 

Segundo Bia Mattar “Acompanhando todos os passos e movimentos do legislativo nas comissões de cultura, trabalho e educação especialmente, estamos atentos às discussões e ainda temos muito para conquistar para nossa área se reconhecida, já que não podemos peregrinar pelos gabinetes, cabe a articulação nas redes sócias, e seguimos na defesa da dança propondo, acompanhando, solicitando a apreciação e votação de projetos de nosso interesse”, destaca.

Lembrando que a necessidade de uma regulamentação da profissão partiu depois de diversos assédios do CREF/CONFEF requerendo o serviço para ações voltadas ao Curso de Educação Física, com vistas de atuação e fiscalização da profissão da dança. Ficamos juntos acompanhando os próximos encaminhamentos porque muita água ainda vai rolar, mas não podemos desistir de lutar pela regulamentação da dança, finaliza Bia Mattar.

Para Maxwell Sandeer Flor, presidente da APRODANÇA “Com a regulamentação da dança o profissional poderá exercer as atividades de coreógrafo, auxiliar de coreógrafo, bailarino, dançarino ou intérprete-criador, diretor de dança, diretor de ensaio, diretor de movimento, dramaturgo de dança, ensaiador de dança, professor de curso livre de dança, maître ou professor de balé, crítico de dança, curador e diretor de espetáculos de dança. Além, disso também cabe a esses profissionais planejar e coordenar projetos e prestar serviços de consultoria na área da dança. Será um grande passo, e Santa Catarina já tem instituído sua associação há 36 anos, e tudo indica que será a instituição que será o órgão emissor de certificação”, pontua Maxwell.



Próximos passos: 

O Pl segue para à comissão do trabalho e em seguida de constituição e justiça. Se aprovado segue para votação em plenária na Câmara dos Deputados. Acompanhe o trâmite pelo link abaixo:

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2079783

domingo, 28 de março de 2021

Linguagem e Poética da Dança

 

O curso de Pós-graduação em Linguagem e Poética da Dança, da FURB – Universidade Regional de Blumenau está focada em qualificar a atualização profissional, por meio de uma abordagem teórica e prática, focada na linguagem e na diversidade poética da dança na contemporaneidade. Estudos do corpo em movimento e da dança em diferentes mídias e contextos, por meio de uma circulação contínua entre discurso e prática, realização e percepção, experiência e sentido, crítica e história.



Período: 08/05/2021 a 04/09/2022 - sábados e domingos (aulas um final de semana por mês, conforme cronograma). Se você deseja se qualificar e se ma. nter atualizado por meio do aprofundamento de estudos conectivos entre teoria e prática artística, acesse o link e saiba mais: 

https://www.fundacaofritzmuller.com.br/curso/pos-graduacao-linguagem-e-poetica-da-danca-furb/turma/9309A20A

Componentes curriculares e profissionais:

Estudos do corpo e os desafios da alteridade - Christine Greiner, Pós-Doutora: International Research Center for Japanese Studies; New York University; Universidade de Tóquio. Dra. em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da PUC/SP.

Poéticas da Dança e Pensamento afrodiaspórico - Amélia Vitória de Souza Conrado, Dra. em Educação, Universidade Federal da Bahia (UFBA). Profa. da UFBA.

Abordagens somáticas do corpo na dança - Marila Annibelli Vellozo, Dra. em Artes Cênicas, Universidade Federal da Bahia (UFBA). Profa. da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR).

Proposta Pedagógica “Dança no Contexto” - Isabel Marques, Dra. em Educação, Universidade de São Paulo (USP).

Contextos históricos da dança brasileira - Vera Lúcia Amaral Torres, Dra. em Esthetique, Sciences et Technologie des Arts. Université Paris 8 - Vincennes-Saint-Denis, Paris 8, França. Profa. da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Crítica e dramaturgia da dança - Sandra Meyer Nunes, Dra. em Artes, Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Dança, cinema e vídeo - Paulo Caldas, Dr. em Educação, Universidade Federal do Ceará (UFC). Prof. da UFC.

Dança e pensamento - Thereza Rocha, Dra. em Artes Cênicas, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ). Profa. da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Dança na cultura digital - Ivani Lúcia Oliveira de Santana, Pós-Doutora: University of British Columbia; Simon Fraser University; University of California Berkeley; Queen’s University Belfast. Dra. em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Documentário, memória e dança - Inês Bogéa, Dra. em Artes, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). 

Epistemologia sistêmica do corpo cênico - Elke Siedler, Dra. em Artes, Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR).

Poéticas das danças contemporâneas - Mônica Fagundes Dantas, Pós-Doutora: Coventry University. Dra. em Études et pratiques des arts. Université Du Québec à Montréal. Profa. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Processos compositivos em dança - Suzane Weber da Silva, Pós-Doutora:  Coventry University. Dra. em Études et pratiques des arts, Université du Québec à Montréal. Profa. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Poéticas das danças populares - Marco Aurelio da Cruz Souza, Dr. em Motricidade humana – Dança, Universidade Técnica de Lisboa. Prof. da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Metodologia da pesquisa - Carla Carvalho, Dra. em Educação, Universidade Federal do Paraná (UFPR). Profa. da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Curadoria, produção e gestão de projetos em dança - Jussara Janning Xavier, Pós-Doutora em Filosofia, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Dra. em Teatro, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Profa. da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

sexta-feira, 19 de março de 2021

Fórum Estadual de Breaking Santa Catarina

 

Neste sábado (20/03), às 16h, acontecerá o Fórum Estadual de Breaking Santa Catarina, importante momento de espaço para discussão do futuro e preservação da linguagem "Breaking", elemento que integra a cultura Hip Hop. As pautas a serem discutidas serão: Breaking nas Olimpíadas e o Registro de Patrimônio Imaterial Catarinense.

Segundo Maxwell Sandeer Flor, Presidente da Aprodança “Trata-se da preservação dessa cultura como ela é por essência, salvaguardar a cultura e do Breaking, visto que corre uma situação de risco, é algo urgente em Santa Catarina. O Breaking é uma cultura "viva" passada de geração em geração por meio da vivência, transmissão de saberes “oral e prática”, e enquadra-la apenas como modalidade esportiva pode ser um equívoco”, destaca.

Para Rogério Ribeiro, B.boy e fundador da Escola de Dança Atitude de Garopaba “O Breaking nas Olimpíadas pode ser um benefício ou ameaça. Discutir como desenvolver estrutura de formação de novas gerações de B.Boys e B.Girls, com bases culturais, visando a adaptação ao esporte, pode ser uma alternativa interessante. A criação da Federação Catarinense para gerir o Breaking Desportivo no Estado de Santa Catarina, deve ser discutida amplamente”, finaliza.

A sala do estará aberta 10 (dez) minutos antes e o limite é de 100 (cem) participantes, o link de acesso é: meet.google.com/bpv-vjsg-qsq

                                                                https://www.facebook.com/aprodanca

Conheça sobre os nossos convidados para o Fórum:

Marcelo Seixas (Presidente Estadual de Cultura de Santa Catarina)

Cursou Arquitetura e Urbanismo na UFSC; Bacharel em Artes Visuais pelo CEART/UDESC; Mestrado em Teoria e História da Arte PPGAV/CEART/UDESC; Atua na cena cultural de Florianópolis desde 1990 participando de mostras coletivas e individuais e curadorias. Presta assessoria para elaboração e desenvolvimento de projetos culturais. Professor de Artes e Fotografia, Artista Visual, curador, pesquisador e consultor em políticas culturais. ÁREAS DE ATUAÇÃO: Pesquisa, Artes Visuais, Patrimônio Cultural, Produção Cultural, Turismo, História, Cultura Popular, Gestão Cultural, Fotografia, Educação, Economia Criativa, Arte Pública, Audiovisual, Politica Cultural Coordenador do Espaço Cultural Câmera Criativa – Fpolis/SC (2021); Membro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios – ICOMOS/BRASIL Presidente do Conselho Estadual de Cultura – CEC/SC (2020/2021); Vice-Presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis – CMPCF (2021-2022).

Viviane Regina Calikevstz - Conselheira Estadual (Patrimônio Cultural Imaterial)

Doutora em Geografia e Gestão do Território pelo Programa de Pós-graduação em Geografia da UEPG/PR, com estudos nas áreas de patrimônio cultural ferroviário e militar. Sócio Membro fundador da APPAC - Associação de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural; foi Membro Titular do Conselho Estadual de Cultural do Paraná (Gestão 2017-2019); Presidente do Conselho de Cultura do município de Ibirama (SC). Membro Titular do Conselho Estadual de Cultural de Santa Catarina (Gestão atual); Autora do livro “Memória de Estação: vida e sentimento nos trilhos do trem”, aprovado no 1° Edital do PROFICE - Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura / PR (2016); Possui trabalhos nas áreas de dança, mediações artísticas e curadorias em Artes Visuais.

B.boy Gui (Guilhemer Santos Fant) Florianópolis/SC

Bboy (dançarino) fomentador da cultura Hip Hop, atua como arte educador promovendo o breaking enquanto ferramenta de transformação social. Vem desenvolvendo seu trabalho em estúdios de dança, escolas no contra turno escolar e projeto social, abrangendo principalmente crianças e adolescentes de variados contextos sociais. Atua também como dançarino em diversas produções artísticas. Bboy Gui Fant como é conhecido, também faz parte do grupo, Start Crew grupo esse que participa de competições internacionais e por todo o Brasil.

B.boy Oséas - Oséas Lourenço da Silva (Jaraguá do Sul/SC)

Conheci a Cultura Hip Hop no ano 2000. Em 2006 pala CUFA (Central Única das Favelas) aprendi sobre os elementos da Cultura Hip Hop. Mesmo aprendendo sobre todos elementos tive muito mais afinidade com o Break, onde busquei me aprofundar nesta linguagem. Em 2009 iniciei a organizar eventos, batalhas, workshops e festivais, me dedicando a difundir a Cultura Hip Hop. Nesses 10 anos residindo em Santa Catarina, organizei várias batalhas de Breaking participando como jurado, organizador ou competidor, além de devolver projetos em ONGs, Escolas Públicas e CRAS no município de Jaraguá do Sul.

B.boy Rogério Ribeiro (Garopaba/SC)

Iniciou no Breaking em 1995, fundador e professor da Escola de Danca Atitude, primeira escola especializada em Breaking de Santa Catarina, fundada em 2005, coreógrafo e fundador da Cia Garopaba Atitude e da Garopaba Atitude Crew, atua como professor em projetos sociais.

Maxwell Sandeer Flor – Presidente da Aprodança (Mediador do Fórum)

Graduado em Educação Física pela UNESC; Especialista em Dança e Consciência Corporal pela GAMA FILHO; MBA Gestão de Projetos pela UNESC; Coreografou Grupo The Laws, União Dança de Rua e a Cia de Dança Unesc; Coordenou o Boi de Mamão do Laranjinha e da AFASC; Foi Presidente do COMCCRI – Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma; Atualmente é Produtor Cultural da Unesc, Brincador e voluntário do Boi de Mamão da mesma instituição; Voluntário da Casa do Hip Hop de Criciúma; Presidente da ASDC – Associação Dança Criciúma e da APRODANÇA - Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina. Conselheiro Estadual de Cultura - Gestão 2019/2021.