quinta-feira, 6 de maio de 2021

11º Múltipla Dança Oferece Quatro Oficinas Gratuitas com Certificação

 

Focado na dança como experiência produtora de conhecimentos e acontecimentos, dedicado a promover a criação e difusão da dança contemporânea, tecido na articulação entre artistas profissionais, convidados, pesquisadores e o público, o 11º Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea entre os dias 24 e 30 de maio, inteiramente on-line, oferece quatro oficinas ministradas por cinco profissionais entre os dias 25 e 30 de maio, em diferentes horários.

Com certificados, inscrições gratuitas e 25 vagas (100 no total) condicionadas a um processo seletivo com o envio de um breve currículo, as aulas asseguram distintos públicos e abordagens. O festival é viabilizado pelo Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura – 2020.



“Sankofa – a Dança como Presente” está sob a responsabilidade de Orun Santana (PE), “Múltiplas Críticas” é ministrada por Néri Pedroso (SC), “Dança em Palavras: Experiência com Audiodescrição” por Lilian Vilela (SP) e os bailarinos Denise Namura e Michael Bugdahn, da Cie. À Fleur de Peau (França), propõem “Dançar Nossas Histórias”, cujo resultado ganha uma mostra de apresentação.

Orun Santana, artista, bailarino, capoeirista, professor, pesquisador em dança e cultura afro de Recife (PE), estrutura o conceito da oficina na sua pesquisa em dança intitulada “Ancestralidade do Presente”, na qual usa os princípios da dança dos orixás e da técnica acogny de danças africanas como método investigativo do corpo em sankofa, que retrata um pássaro firme no chão, a cabeça para trás, e simboliza a necessidade de olhar o passado, acessar a história vivida para aprender. Corpo ancestral, dança primordial que emerge na construção de uma relação com o tempo, o professor bailarino quer alunos com idade acima de 16 anos porque propõe uma experiência prática de dança. “Mover o tempo dentro de nós, construir novos presentes para nós mesmos”, explica Santana para quem o mover ancestral ancora-se no tempo, cria conexão do passado presente no corpo, constrói novos futuros.

A oficina “Múltiplas Críticas” atende estudantes, artistas, pesquisadores, professores, espectadores, formadores de opinião e interessados na prática de um texto crítico. À luz da era da comunicação, a partir de uma reflexão teórica sobre o papel da crítica, aproxima crítica e criação na emergência de um repertório em sintonia com a dança contemporânea. Cada encontro de duas horas, é ministrado pela jornalista Néri Pedroso, também uma das articuladoras e assessora de imprensa do Múltipla Dança. Ela quer compartilhar sua experiência em jornalismo cultural no papel de editora e coordenadora de cadernos nos quais sempre manteve um elenco de críticos, pois entende que a produção artística pede legitimação e análises criteriosas que permitam pensar a criação sob outra ótica, além de intermediar olhares entre artistas e espectadores, bem como produzir memória sobre obras e eventos.

Um diferencial do 11º Múltipla Dança é enfatizar o desejo de textos críticos. Os participantes são convidados à experimentação, podem produzir um texto sobre o 11º Múltipla Dança com foco em um espetáculo, oficina, diálogo, conferência, qualquer uma das ações ou sobre o festival por inteiro. Do conjunto, apreciado por um comitê editorial, cinco textos serão pagos – R$ 300,00 – e ganham publicação nos sites Midiateca de Dança e Conectdance. Além de Néri Pedroso, o comitê conta com as críticas de dança Ana Francisca Ponzio e Sandra Meyer.

Jornalista cultural, crítica e curadora na área de dança, Ana Francisca escreveu para alguns dos principais veículos da imprensa brasileira – como jornais “O Estado de S. Paulo”, “Folha de S. Paulo”, “Valor Econômico” e revista “Bravo!”. É autora do livro “Escola de Dança de São Paulo – 80 Anos”. Realizou eventos de dança como Dança em Pauta e Panorama Sesi de Dança, é criadora e editora do website Conectedance. Sandra Meyer é artista e pesquisadora. Professora titular do Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), lecionou entre 1989 e 2016, dança e técnicas corporais no curso de licenciatura em teatro e no Programa de Pós-Graduação em Teatro. Doutora em comunicação e semiótica, autora de livros sobre dança. Atuou como crítica de dança do caderno cultural Anexo do jornal “A Notícia” (Joinville/SC). Dirigiu o documentário “Limiares” (2014), foi curadora do Festival Internacional de Dança de Recife (2009/10) e membro do Conselho Artístico do Festival de Dança de Joinville (2008/10). Foi membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis, como representante da área de dança (2008/10). Integra o coletivo Corpo, Tempo e Movimento e preside o Instituto Meyer Filho.

Acima dos 60 anos

A Cie. À Fleur de Peau, constituída por Denise Namura e Michael Bugdahn (França), tem como público alvo pessoas acima de 60 anos com motivação e desejo de participação assídua numa oficina de dança-teatro, cujo principal objetivo é a prática do movimento lúdico, tratada com humor e sensibilidade. A partir do prazer da dança, querem desenvolver o exercício de memória e liberar o imaginário, ou seja, como se expressar com o corpo e dançar inspirando-se em seus próprios gestos, histórias e lembranças. Denise e Michael têm o humano no centro da prática artística, o desenvolvimento da relação dos indivíduos dentro de um grupo e criação de um espaço de liberdade. Em razão da pandemia, por meio de uma tela, no espaço virtual, os participantes criam alguns módulos dançados a partir de certas indicações, utilizam elementos dos espaços onde estão em isolamento social e/ou ligados às suas próprias histórias. Os coreógrafos, que consideram o ensino e a transmissão como aspectos essenciais de sua pesquisa, também sugerem o aprendizado de algumas sequências dançadas.  O resultado da oficina ganha uma mostra de processo criativo, nos dias 29 e 30 de maio, às 18h, no Youtube. Denise é brasileira, Michael é alemão. Eles vivem em Paris desde 1979, onde fundaram a companhia em 1989. Desenvolvem peças coreográficas híbridas, com o gesto carregado de sentido, uma escritura poética e um humor tragicômico.

Acessibilidade e interação

A oficina “Dança em Palavras: Experiência com Audiodescrição” instiga experiências com a audiodescrição, recurso de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, baixa visão, entre outros. Atividade de mediação linguística que transforma informações visuais em verbais, a técnica possibilita maior participação e interação das pessoas no mundo das artes. A professora Lilian Vilela alerta que não é necessário conhecimento prévio sobre o recurso de audiodescrição, basta estar interessado em participar. A oficina propõe elaborar frases de movimentos escritas e adentrar em histórias dançadas com a intenção de compartilhar experiências com e sem o uso do sentido da visão. Professora nos cursos de bacharelado e licenciatura em artes cênicas, e do programa de Pós-graduação em Artes no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo. É graduada em dança, mestre em educação motora e doutora em educação. Intérprete e criadora em dança com a Balangandança Cia., Grupo Saia Rodada e outros grupos com os quais fez apresentações em diferentes Estados do Brasil, Portugal, Finlândia e Austrália. Audiodescritora e consultora de dança em trabalhos audiodescritos (AD) com atuações como roteirista e narradora em mostras e espetáculos de teatro e dança. 

 

FICHA TÉCNICA DO MÚLTIPLA DANÇA

Direção, coordenação de programação e curadoria: Jussara Xavier e Marta Cesar

Produção executiva:  Gisele Martins

Design gráfico e mídia eletrônica: Paula Albuquerque

Assessoria de imprensa: Néri Pedroso

Fotografia e vídeo: Cristiano Prim

Operação de streaming: Casarinha 

Tradução e interpretação em Libras: Danielle Sousa e José Ednilson Gomes de Souza Júnior

Articuladoras: Jussara Xavier, Marta Cesar, Néri Pedroso e Paula Albuquerque

Ilustração: Fabio Dudas, sobre fotografia de Arnaldo J. G. Torres (Miriam Druwe - Cia. Druw).

Agradecimentos: Ana Francisca Ponzio, Elke Siedler, Regina Levy e Sandra Meyer

 

SERVIÇO

O quê: 11º Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea

Quando: 24 a 30.5.2021, diariamente

Onde: Zoom, Meet, YouTube, Instagram, Facebook

Quanto: gratuito (todas as ações)

Classificação: livre para todos os públicos

 

SERVIÇO OFICINAS

Inscrição: gratuita, com direito à certificado

Link para o formulário de inscrição: https://forms.gle/Jcdn5Z7HrgvoSVk29

 

“Sankofa – a Dança como Presente” - Orun Santana (PE)

28 a 30 de maio, 15 às 17h, Google Meet”

“Múltiplas Críticas” – Néri Pedroso (SC)

25 a 27 de maio, 14 às 16h, Google Meet

 “Dançar Nossas Histórias” – Cie. À Fleur de Peau Denise Namura e Michael Bugdahn (França)

26 a 28 de maio, 15 às 17h, Google Meet

“Dança em Palavras: Experiências com Audiodescrição” – Lilian Vilela (SP)

25, 26 e 28 de maio, 10 às 12h, Google Meet


Mostra de Processo Criativo

Com os participantes da oficina “Dançar Nossas Histórias”

29 e 30 de maio, 18h, YouTube

 

Realização: Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura ∕ Artes – Edição 2020

 

Contatos:

Jussara Xavier (48) 99946-4731 e Marta Cesar (11) 94926-5110

Ass. Imprensa: NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com.br Face: Néri Pedroso (48) 99911-9837 whatsapp

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Relatório Aprovado do Projeto de Lei que Regulamentará o Profissional de Dança

 

Hoje (29/04), celebramos o Dia Internacional da Dança com um grande motivo para comemorar. A saga por uma lei específica para a regulamentação do profissional de dança começou em 2015 com o Projeto de Lei do Senado, PLS 644/2015 do Senador Walter Pinheiro (BA). Em 16 de março de 2016 foi submetido à revisão da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 65 da Constituição Federal.

O Ofício encaminhado dispunha sobre a atuação do profissional da dança e a regulamentação da atividade. Para nós ficou conhecida como a “Lei da Dança”, pauta exaustivamente discutida pelo  Colegiado Setorial de Dança juntamente com uma rede de colaboradores, entre eles: parlamentares, artistas, empreendedores da dança e gestores públicos.  Foram muitos, os envolvidos neste projeto e temos que agradecer cada um e cada uma. No final de junho de 2016 a deputada Alice Portugal foi designada como relatora do Projeto, mas em 2019 deixou a Comissão de Educação, onde se encontrava o projeto.

Nesse ano (2021) a matéria volta para apreciação após novamente os atores culturais agitarem o cenário político e social com a Lei Aldir Blanc. Após alguns pedidos de retirada de pauta e de vistas, finalmente no dia 28 de abril de 2021, o projeto foi aprovado. 

Segundo Bia Mattar “Acompanhando todos os passos e movimentos do legislativo nas comissões de cultura, trabalho e educação especialmente, estamos atentos às discussões e ainda temos muito para conquistar para nossa área se reconhecida, já que não podemos peregrinar pelos gabinetes, cabe a articulação nas redes sócias, e seguimos na defesa da dança propondo, acompanhando, solicitando a apreciação e votação de projetos de nosso interesse”, destaca.

Lembrando que a necessidade de uma regulamentação da profissão partiu depois de diversos assédios do CREF/CONFEF requerendo o serviço para ações voltadas ao Curso de Educação Física, com vistas de atuação e fiscalização da profissão da dança. Ficamos juntos acompanhando os próximos encaminhamentos porque muita água ainda vai rolar, mas não podemos desistir de lutar pela regulamentação da dança, finaliza Bia Mattar.

Para Maxwell Sandeer Flor, presidente da APRODANÇA “Com a regulamentação da dança o profissional poderá exercer as atividades de coreógrafo, auxiliar de coreógrafo, bailarino, dançarino ou intérprete-criador, diretor de dança, diretor de ensaio, diretor de movimento, dramaturgo de dança, ensaiador de dança, professor de curso livre de dança, maître ou professor de balé, crítico de dança, curador e diretor de espetáculos de dança. Além, disso também cabe a esses profissionais planejar e coordenar projetos e prestar serviços de consultoria na área da dança. Será um grande passo, e Santa Catarina já tem instituído sua associação há 36 anos, e tudo indica que será a instituição que será o órgão emissor de certificação”, pontua Maxwell.



Próximos passos: 

O Pl segue para à comissão do trabalho e em seguida de constituição e justiça. Se aprovado segue para votação em plenária na Câmara dos Deputados. Acompanhe o trâmite pelo link abaixo:

https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2079783

domingo, 28 de março de 2021

Linguagem e Poética da Dança

 

O curso de Pós-graduação em Linguagem e Poética da Dança, da FURB – Universidade Regional de Blumenau está focada em qualificar a atualização profissional, por meio de uma abordagem teórica e prática, focada na linguagem e na diversidade poética da dança na contemporaneidade. Estudos do corpo em movimento e da dança em diferentes mídias e contextos, por meio de uma circulação contínua entre discurso e prática, realização e percepção, experiência e sentido, crítica e história.



Período: 08/05/2021 a 04/09/2022 - sábados e domingos (aulas um final de semana por mês, conforme cronograma). Se você deseja se qualificar e se ma. nter atualizado por meio do aprofundamento de estudos conectivos entre teoria e prática artística, acesse o link e saiba mais: 

https://www.fundacaofritzmuller.com.br/curso/pos-graduacao-linguagem-e-poetica-da-danca-furb/turma/9309A20A

Componentes curriculares e profissionais:

Estudos do corpo e os desafios da alteridade - Christine Greiner, Pós-Doutora: International Research Center for Japanese Studies; New York University; Universidade de Tóquio. Dra. em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da PUC/SP.

Poéticas da Dança e Pensamento afrodiaspórico - Amélia Vitória de Souza Conrado, Dra. em Educação, Universidade Federal da Bahia (UFBA). Profa. da UFBA.

Abordagens somáticas do corpo na dança - Marila Annibelli Vellozo, Dra. em Artes Cênicas, Universidade Federal da Bahia (UFBA). Profa. da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR).

Proposta Pedagógica “Dança no Contexto” - Isabel Marques, Dra. em Educação, Universidade de São Paulo (USP).

Contextos históricos da dança brasileira - Vera Lúcia Amaral Torres, Dra. em Esthetique, Sciences et Technologie des Arts. Université Paris 8 - Vincennes-Saint-Denis, Paris 8, França. Profa. da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Crítica e dramaturgia da dança - Sandra Meyer Nunes, Dra. em Artes, Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Dança, cinema e vídeo - Paulo Caldas, Dr. em Educação, Universidade Federal do Ceará (UFC). Prof. da UFC.

Dança e pensamento - Thereza Rocha, Dra. em Artes Cênicas, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ). Profa. da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Dança na cultura digital - Ivani Lúcia Oliveira de Santana, Pós-Doutora: University of British Columbia; Simon Fraser University; University of California Berkeley; Queen’s University Belfast. Dra. em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Documentário, memória e dança - Inês Bogéa, Dra. em Artes, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). 

Epistemologia sistêmica do corpo cênico - Elke Siedler, Dra. em Artes, Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Profa. da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR).

Poéticas das danças contemporâneas - Mônica Fagundes Dantas, Pós-Doutora: Coventry University. Dra. em Études et pratiques des arts. Université Du Québec à Montréal. Profa. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Processos compositivos em dança - Suzane Weber da Silva, Pós-Doutora:  Coventry University. Dra. em Études et pratiques des arts, Université du Québec à Montréal. Profa. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Poéticas das danças populares - Marco Aurelio da Cruz Souza, Dr. em Motricidade humana – Dança, Universidade Técnica de Lisboa. Prof. da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Metodologia da pesquisa - Carla Carvalho, Dra. em Educação, Universidade Federal do Paraná (UFPR). Profa. da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

Curadoria, produção e gestão de projetos em dança - Jussara Janning Xavier, Pós-Doutora em Filosofia, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Dra. em Teatro, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Profa. da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

sexta-feira, 19 de março de 2021

Fórum Estadual de Breaking Santa Catarina

 

Neste sábado (20/03), às 16h, acontecerá o Fórum Estadual de Breaking Santa Catarina, importante momento de espaço para discussão do futuro e preservação da linguagem "Breaking", elemento que integra a cultura Hip Hop. As pautas a serem discutidas serão: Breaking nas Olimpíadas e o Registro de Patrimônio Imaterial Catarinense.

Segundo Maxwell Sandeer Flor, Presidente da Aprodança “Trata-se da preservação dessa cultura como ela é por essência, salvaguardar a cultura e do Breaking, visto que corre uma situação de risco, é algo urgente em Santa Catarina. O Breaking é uma cultura "viva" passada de geração em geração por meio da vivência, transmissão de saberes “oral e prática”, e enquadra-la apenas como modalidade esportiva pode ser um equívoco”, destaca.

Para Rogério Ribeiro, B.boy e fundador da Escola de Dança Atitude de Garopaba “O Breaking nas Olimpíadas pode ser um benefício ou ameaça. Discutir como desenvolver estrutura de formação de novas gerações de B.Boys e B.Girls, com bases culturais, visando a adaptação ao esporte, pode ser uma alternativa interessante. A criação da Federação Catarinense para gerir o Breaking Desportivo no Estado de Santa Catarina, deve ser discutida amplamente”, finaliza.

A sala do estará aberta 10 (dez) minutos antes e o limite é de 100 (cem) participantes, o link de acesso é: meet.google.com/bpv-vjsg-qsq

                                                                https://www.facebook.com/aprodanca

Conheça sobre os nossos convidados para o Fórum:

Marcelo Seixas (Presidente Estadual de Cultura de Santa Catarina)

Cursou Arquitetura e Urbanismo na UFSC; Bacharel em Artes Visuais pelo CEART/UDESC; Mestrado em Teoria e História da Arte PPGAV/CEART/UDESC; Atua na cena cultural de Florianópolis desde 1990 participando de mostras coletivas e individuais e curadorias. Presta assessoria para elaboração e desenvolvimento de projetos culturais. Professor de Artes e Fotografia, Artista Visual, curador, pesquisador e consultor em políticas culturais. ÁREAS DE ATUAÇÃO: Pesquisa, Artes Visuais, Patrimônio Cultural, Produção Cultural, Turismo, História, Cultura Popular, Gestão Cultural, Fotografia, Educação, Economia Criativa, Arte Pública, Audiovisual, Politica Cultural Coordenador do Espaço Cultural Câmera Criativa – Fpolis/SC (2021); Membro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios – ICOMOS/BRASIL Presidente do Conselho Estadual de Cultura – CEC/SC (2020/2021); Vice-Presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis – CMPCF (2021-2022).

Viviane Regina Calikevstz - Conselheira Estadual (Patrimônio Cultural Imaterial)

Doutora em Geografia e Gestão do Território pelo Programa de Pós-graduação em Geografia da UEPG/PR, com estudos nas áreas de patrimônio cultural ferroviário e militar. Sócio Membro fundador da APPAC - Associação de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural; foi Membro Titular do Conselho Estadual de Cultural do Paraná (Gestão 2017-2019); Presidente do Conselho de Cultura do município de Ibirama (SC). Membro Titular do Conselho Estadual de Cultural de Santa Catarina (Gestão atual); Autora do livro “Memória de Estação: vida e sentimento nos trilhos do trem”, aprovado no 1° Edital do PROFICE - Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura / PR (2016); Possui trabalhos nas áreas de dança, mediações artísticas e curadorias em Artes Visuais.

B.boy Gui (Guilhemer Santos Fant) Florianópolis/SC

Bboy (dançarino) fomentador da cultura Hip Hop, atua como arte educador promovendo o breaking enquanto ferramenta de transformação social. Vem desenvolvendo seu trabalho em estúdios de dança, escolas no contra turno escolar e projeto social, abrangendo principalmente crianças e adolescentes de variados contextos sociais. Atua também como dançarino em diversas produções artísticas. Bboy Gui Fant como é conhecido, também faz parte do grupo, Start Crew grupo esse que participa de competições internacionais e por todo o Brasil.

B.boy Oséas - Oséas Lourenço da Silva (Jaraguá do Sul/SC)

Conheci a Cultura Hip Hop no ano 2000. Em 2006 pala CUFA (Central Única das Favelas) aprendi sobre os elementos da Cultura Hip Hop. Mesmo aprendendo sobre todos elementos tive muito mais afinidade com o Break, onde busquei me aprofundar nesta linguagem. Em 2009 iniciei a organizar eventos, batalhas, workshops e festivais, me dedicando a difundir a Cultura Hip Hop. Nesses 10 anos residindo em Santa Catarina, organizei várias batalhas de Breaking participando como jurado, organizador ou competidor, além de devolver projetos em ONGs, Escolas Públicas e CRAS no município de Jaraguá do Sul.

B.boy Rogério Ribeiro (Garopaba/SC)

Iniciou no Breaking em 1995, fundador e professor da Escola de Danca Atitude, primeira escola especializada em Breaking de Santa Catarina, fundada em 2005, coreógrafo e fundador da Cia Garopaba Atitude e da Garopaba Atitude Crew, atua como professor em projetos sociais.

Maxwell Sandeer Flor – Presidente da Aprodança (Mediador do Fórum)

Graduado em Educação Física pela UNESC; Especialista em Dança e Consciência Corporal pela GAMA FILHO; MBA Gestão de Projetos pela UNESC; Coreografou Grupo The Laws, União Dança de Rua e a Cia de Dança Unesc; Coordenou o Boi de Mamão do Laranjinha e da AFASC; Foi Presidente do COMCCRI – Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma; Atualmente é Produtor Cultural da Unesc, Brincador e voluntário do Boi de Mamão da mesma instituição; Voluntário da Casa do Hip Hop de Criciúma; Presidente da ASDC – Associação Dança Criciúma e da APRODANÇA - Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina. Conselheiro Estadual de Cultura - Gestão 2019/2021.

segunda-feira, 8 de março de 2021

Encontros de reflexão e lançamento do livro anunciam o Festival Múltipla Dança 2021

O Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea promove nos dias 9, 10 e 11 de março, às 20h, três encontros de reflexão para marcar o lançamento do e-book “Múltipla Dança Festival Internacional de Dança Contemporânea - 10 Anos em Encontros”. O evento e o livro são chancelados pelo Edital Elisabete Anderle de Apoio à Cultura 2019, promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina.

Realizados de modo virtual, cada encontro terá duração de uma hora e meia e contará com a presença de dois autores: no primeiro dia, o tema “Dança, Política e Educação” terá como convidadas a pesquisadora e crítica de dança Ida Mara Freire e a jornalista Néri Pedroso; no segundo dia, a abordagem ”Teoria, Crítica e História da Dança” será defendida pelas pesquisadoras e professoras Sandra Meyer e Vera Torres e, por fim, “Dança - Centro e Periferia, Criação e Pesquisa, Inclusão e Gestão” reúne as professoras Lilian Vilela e Marta Cesar.


O encontro com o intuito de produzir pensamento em torno da dança contemporânea marca o lançamento do e-book e também anuncia a realização de mais uma edição do festival, prevista entre os dias 24 e 30 de maio. Os recursos para a realização do 11º Múltipla Dança estão garantidos pelo Edital Elisabete Anderle de Apoio à Cultura 2020. A programação, ainda em aberto, mobiliza as coordenadoras Jussara Xavier e Marta Cesar.


O e-book faz uma homenagem à Neiva Ortega (1951-2018), produtora cultural que conduz o Múltipla Dança em sucessivas edições. A morte da atriz, cantora, produtora e gestora organizacional cria uma lacuna no setor em Santa Catarina. Com formação multidisciplinar, ativista do campo da arte e da cultura, no Terceiro Setor, como fundadora e gestora do Instituto Arte Movimenta, desenvolve ações, com destaque para atividades ligadas à cultura popular, bem como a grupos e eventos como a Companhia de Dança Lápis de Seda e o Múltipla Dança. Entre inúmeras atividades, participa três vezes como delegada de SC da Conferência Nacional de Cultura (CNC), aponta subsídios para a estruturação das políticas públicas municipais, estaduais e nacional. Trabalha em empresas privadas e instituições públicas, como a Fundação Catarinense de Cultura (FCC). Na Gerência de Música da FCC, atua na Gestão do Programa Nacional de Bandas da Funarte/Ministério da Cultura.


A publicação “Múltipla Dança Festival Internacional de Dança Contemporânea - 10 Anos em Encontros” reúne textos de 20 artistas e pesquisadores que analisam a iniciativa criada em 2006 como seminário e que se desdobrou ao longo de dez edições com a oferta de espetáculos, oficinas, palestras, diálogos, mostra de videodança, conferências, ensaios abertos, exercícios de escrita crítica e performances.  Por sua importância, está no calendário de Florianópolis e do Sul do Brasil como um dos mais importantes festivais de dança.


Os autores convidados são artistas, professores, críticos, pesquisadores -  profissionais conectados à dança que participaram, pelo menos, de uma edição do festival. Os textos refletem sobre o próprio Múltipla e seu contexto, registram memórias, pensamentos e conhecimento no campo da crítica, comunicação, criação, história, pesquisa, inclusão, gestão e política da dança. Entre os autores, dez são de Santa Catarina (Ana Alonso, Ana Luiza Ciscato, Andréa Scansani, Cristiano Prim, Ida Mara Freire, Jussara Xavier, Marta Cesar, Néri Pedroso, Sandra Meyer e Vera Torres), dois de Minas Gerais (Thembi Rosa e Vanilton Lakka), dois do Paraná (Marila Velloso e Manoel Souza), um do Rio de Janeiro (Cláudia Müller), três de São Paulo (Inês Bogéa, Isabel Marques e Lilian Vilela), um do Rio Grande do Sul (Rui Moreira) e um do México (Olga Gutiérrez).


As organizadoras Jussara Xavier e Marta Cesar consolidam o livro nos espaços de troca, na sensibilização do público para a dança e arte contemporânea, no desejo de profissionalização de artistas e gestores e também no entusiasmo comemorativo de dez edições do Múltipla Dança. Múltipla Dança Festival Internacional de Dança Contemporânea - 10 Anos em Encontros assume significado pelo ponto de vista da memória e do arquivo, segundo Jussara e Marta, e atesta como o evento atua na construção do circuito de dança contemporânea em Santa Catarina, como estimula trajetórias, pesquisas e atua no índice de desenvolvimento humano.


                             Capa do e-book, que condensa uma memória sobre as dez edições do Múltipla Dança

                                                                                         Foto: Divulgação


 

Breve história do Múltipla Dança


Criado em 2006 como seminário, mais tarde denominado como festival, Múltipla Dança ocorre anualmente durante uma semana do mês de maio, em diferentes espaços culturais de Florianópolis (SC). Trata-se de um programa de ações dedicado a promover a criação e difusão da dança e arte contemporânea, tecido na articulação de artistas profissionais, convidados e público. A programação prevê a oferta de espetáculos, oficinas, palestras, diálogos, mostra de videodança, conferências, ensaios abertos, exercícios de escrita crítica e intervenção urbana. De âmbito internacional, o encontro firma-se no calendário cultural da cidade, e detém, inclusive, o Prêmio Cultura 2008, concedido pela Prefeitura de Florianópolis e Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes para projetos de destaque na área cultural. A cuidadosa curadoria e a vinda de convidados do cenário nacional e internacional asseguram a projeção do evento, reconhecido no contexto da dança contemporânea profissional de Santa Catarina e brasileira, fato atestado em significativas matérias publicadas na imprensa.

As dez edições realizadas em 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2014, 2015, 2016 e 2017. A descontinuidade (2010-14 e 2017-21) está essencialmente relacionada à falta de apoios e financiamentos. Além disto, um imprevisto fragiliza os planos de continuidade do evento: a precoce morte da administradora e produtora Neiva Ortega (1951-2018), também integrante da equipe de articuladoras do Múltipla Dança, composta por Jussara Xavier, Marta Cesar, Néri Pedroso e Paula Albuquerque.

 

FICHA TÉCNICA DO LIVRO

Coordenação executiva e editorial: Jussara Xavier

Organização do livro: Jussara Xavier e Marta Cesar

Projeto gráfico e diagramação: Paula Albuquerque

Capa: Paula Albuquerque sobre ilustração de Fabio Dudas (espetáculo

Céu na Boca, Quasar Cia. de Dança (GO), fotografia de Cristiano Prim)

Revisão: Taciana Innocente

Assessoria de comunicação e imprensa: Néri Pedroso

Autores dos textos: Ana Maria Alonso Krischke, Ana Luiza Ciscato, Andréa

Scansani, Claudia Muller, Cristiano Prim, Ida Mara Freire, Inês Bogéa, Isabel

Marques, Jussara Xavier, Lilian Vilela, Manoel J. de Souza Neto, Marila Velloso, Marta Cesar, Néri Pedroso, Olga Gutiérrez, Paula Albuquerque, Rui Moreira, Sandra Meyer, Thembi Rosa, Vanilton Lakka

Fotografia: Cristiano Prim

Edição: Múltipla Dança

 

SERVIÇO

O quê: Lançamento do e-book “Múltipla Dança Festival Internacional de Dança Contemporânea - 10 Anos em Encontros”

Quando: Dia 9, 10 e 11.3.2021, 20h

Onde: https://www.facebook.com/festivalmultipladanca

Quanto: Gratuito

 

O quê: Encontro “Dança, Política e Educação” - Ida Mara Freire e Néri Pedroso

Quando: Dia 9.3.2021, 20h

Onde: https://www.facebook.com/festivalmultipladanca

Quanto: Gratuito

 

O quê: ”Teoria, Crítica e História da Dança” - Sandra Meyer e Vera Torres

Quando: Dia 10.3.2021, 20h

Onde: https://www.facebook.com/festivalmultipladanca

Quanto: Gratuito

 

O quê: “Dança - Centro e Periferia, Criação e Pesquisa, Inclusão e Gestão” - Lilian Vilela e Marta Cesar

Quando: Dia 11.3.2021, 20h

Onde: https://www.facebook.com/festivalmultipladanca

 Quanto: Gratuito

 

 

Realização: Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura ∕ Artes – Edição 2019

 

Saiba mais:
http://multipladanca.art.br/

facebook.com/festivalmultipladanca

instagram.com/festivalmultipladanca

 

Contatos: Jussara Xavier (48) 99946-4731 e Marta Cesar (11) 94926-5110

Ass. imprensa: NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com Face: Néri Pedroso (48) 99911-9837 (whats)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Lançamento do Livro História do Sapateado no Brasil

O livro História do Sapateado no Brasil de autoria de Bia Mattar teve seu lançamento no dia 06/01/2021. O projeto é resultado do prêmio recebido pela autora no Edital Elisabete Anderle de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú do Estado de Santa Catarina. Na ocasião do lançamento, uma live foi realizada nos canais do youtube de Bia e da editora Traços e Capturas.  Alguns convidados como Kika Sampaio, Marchina, Valéria Pinheiro e Gioconda Saba participaram do encontro virtual e comentaram sobre a importância do projeto para a comunidade da dança. Com participação ao vivo dos espectadores pela internet cerca de 80 pessoas participaram da live. O lançamento já tem mais de 200 visualizações e continua no ar para quem quiser assistir. http://www.youtube.com/biatap

*Trecho do livro que conto essa passagem para escrever o livro: 

 A H I S T Ó R I A  P O R TRÁS DA HISTÓRIA

A ideia de escrever um livro, que contasse a história do sapateado,  no Brasil, era apenas um sonho, assim como tantas outras ideias que  tenho. Sabe aquele tipo de sonho que você tem vontade de realizar  mas não faz nada para que aconteça? Achava que não iria dar conta  dos processos de uma empreitada como esta. Me conformava com  os artigos que escrevia e, eventualmente, publicava e com as palestras que ministrava nos festivais de dança. Contava histórias que eu  tinha vivido, pesquisado e que ouvia dos colegas. Fiz isso por mais  de 6 anos. Mas, como toda pesquisa, ela nunca estava pronta, acabada. Sempre incluía informações, revia datas, retirava equívocos, aceitava sugestões. Enfim, era sempre uma troca, um compartilhamento  de lembranças e pesquisas. 

Foi numa dessas palestras, em 2018, durante o Festival Floripa Tap,  em Florianópolis, que um dos participantes, Murilo Hiratomi, chegou acompanhado do meu eterno aluno Fernando Flesch. Eles timidamente me abordaram com a seguinte pergunta: 

_ Bia, você não gostaria de transformar sua palestra num livro?  Eu (Murilo), preciso fazer meu projeto de conclusão de curso  da Faculdade de Design.  

Enquanto Fernando completava:  

_ Nossa, seria superimportante esse material, para a gente  pesquisar e aprender mais sobre o sapateado!

Como resistir a dois jovens criativos e talentosos com uma proposta  tão instigante? Eu é que não pude! Aceitei.

 

Bia Mattar - Desde criança, Bia Mattar teve contato próximo com a dança, porque sua mãe era bailarina, formada pela Escola de Bailados do Teatro Municipal, de São Paulo. Após as primeiras aulas de ballet com sua mãe, na cidade de Jaú, em São Paulo, mudou-se para São Bernardo do Campo, também em São Paulo, e entrou na Escola de Ballet Evelyn, onde estudou e formou-se em ballet clássico, jazz, dança moderna e sapateado. Em 1986, fez sua primeira viagem a Nova Iorque, para aperfeiçoar técnicas de dança. Foi lá que conheceu a American Tap Dance Orchestra e se apaixonou, definitivamente, pelo sapateado. Passou a se dedicar cada vez mais ao sapateado, quando mudou-se, em 1990, para Florianópolis, em Santa Catarina. Na ocasião, foi responsável pela implementação do sapateado na cidade e em 2008, abriu a primeira escola especializada em no gênero em Santa Catarina: a Garagem da Dança. Bia consolidou sua carreira no sapateado aliada à pesquisa dos ritmos brasileiros, sempre em diálogo com a produção da amiga e parceira, Valéria Pinheiro (que também fez o prefácio do livro) , como coreógrafa residente e pesquisadora e também acompanhada pelo marido e músico, Rodrigo Paiva, que contribuiu com a direção musical em todos os espetáculos. Foram diversos prêmios de produção, circulação e difusão do sapateado desde então. Com carreira consolidada na dança é frequentemente convidada para ser jurada, professora e palestrante nos maiores festivais de dança do País como o Festival de Dança de Joinville (SC) e o Passo de Arte (SP). É formada em gestão pública, pós-graduanda em economia criativa, cultura e inovação na UNIVALI, Bia tem uma carreira como consultora e empresária da cultura há mais de 15 anos. EM 2017 recebeu a comenda de mérito cultural do Governo do Estado de Santa Catarina, com a medalha Cruz e Sousa por sua contribuição à dança catarinense. Desde 2012, mora na cidade de Balneário Camboriú e foi Presidente da Fundação Cultural de Balneário Camboriú.



Foto divulgação - Bia Mattar

Matéria de Divulgação


Detalhes: História do Sapateado no Brasil (ano: 2021) - 2 volumes envolvidos em uma luva com um total de

251 páginas.

Autora: Bia Mattar

Designer e diagramação: Murilo Hiratomi

Edição, revisão e distribuição: Traços e Capturas

 

Serviço: distribuição e venda que podem ser solicitados por meio do formulário disponível em: http://forms.gle/CmtkeyedMiCRB3JK8. Após o cadastro é só efetuar o pagamento pela chave pix da editora ou depósito em conta. 

Dados da conta para depósito:

Use a chave pix: editora@tracosecapturas.com.br

E envie seu comprovante, nome e endereço para: 48 99924.7772 ou pelo e-mail:  editora@tracosecapturas.com

Valor: R$ 60,00 (frete incluso – exceto para fora do Brasil)

Para depósito:

Traços & Capturas (MEI André André Marcos Vieira Soltau)

Banco do Brasil

Agência: 0305-0

Conta Corrente: 81119-X (pode trocar X por 0)

CNPJ 13.464.534/0001-10


Texto e Imagens - Bia Mattar

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Dança na Escola SC

 Formação continuada em Dança, em formato de residência artístico-pedagógica, com diversas e diferentes atividades (de modo virtual e gratuito), que ocorrerá entre 26 de Outubro e 01 de Novembro. O projeto destina-se a professores (as) e multiplicadoras (es) da rede pública e privada de ensino de SC (artes, artes visuais, dança, teatro, educação física e afins), bem como professores(as) que utilizam ou queiram utilizar atividades com dança em suas práticas e também acadêmicos(as) e interessados(as) nas temáticas abordadas durante o evento (e que podem sem conferidas nos anexos).

E, para maiores informações, inscrições, atividades, basta acessar nossas redes (Instagram, Facebook e Youtube) pelo /dancanaescolaSC ou @dancanaescolaSC. Todos os links, como de inscrição, contato, páginas, estão disponíveis em https://linktr.ee/dancanaescolaSC.  

Segue abaixo a programação completa:









INSCRIÇÕES: https://forms.gle/2c3X72C7kvFUo3qw8


INSTAGRAM: https://www.instagram.com/dancanaescolasc/


FACEBOOK: https://www.facebook.com/dancanaescolaSC


YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCCOEFSOINhzoT2Ca4fUa3fg?view_as=subscriber


Divulgação:

Equipe e direção do projeto

Rodolfo M. Lorandi